Dilma Roussef na ONU

 

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No dia de hoje, a presidente Dilma lutou pela quebra de patente de medicamentos na abertura da Reunião sobre Doenças Crônicas, na ONU.

Ela afirmou ser favorável a essa quebra em casos de tratamento de doenças como a hipertensão e a diabetes.

A presidente disse ainda que 72% das causas não violentas de óbito entre pessoas com menos de 70 anos são por causa dessas doenças.

Tal postura, claro, trouxe a ira dos reacionários de plantão da mídia, gerando vários comentários em jornais tipicamente direitistas, como é o caso do “EstaLixão”.

O fato é que lutar contra a desiguldade social e por um padrão de vida superior para milhões de seres humanos não é apenas uma política absolutamente necessária, como um ato de cristandade.

Infelizmente, para alguns lustradores de coturnos civis, a democracia venceu na america latina, e não sairá nunca mais do poder.

O que resta para eles,  é mesmo ladrar aqui e acolá para os ouvidos surdos da população, que conhece bem a retórica baixa do passado fascista deste país, isto sim uma vergonha.

 

Lutar por remédios essenciais gratuitos para a população é um grande ato de coragem contra o Lobby poderoso da industria. Algo que merece todo nosso respeito e apoio político.

 

AS NECESSIDADES DOS DIABÉTICOS E HIPERTENSOS

 

A vida dos idosos no Brazil. O que seria deles, sem as políticas sociais?

A vida dos idosos no Brazil. O que seria deles, sem as políticas sociais?

 

A hipertensão, bem como a diabetes, não apenas matam um contingente imenso de pessoas no Brasil, anualmente, como ainda, reduzem a qualidade de vida de milhões de seres humanos mundo afora, quer pelas caracteristicas da doença, quer pelo impacto financeiro extremamente pesado, daqueles que são obrigados a comprar remédios de uso diário, mesmo sem ter condições.

É muito fácil, do alto de um escritório de luxo, gritar contra a quebra das patentes dos gigantes da medicina norte-americanos, quando existem idosos em todos os cantos deste país afora, desamparados, lutando dia a dia, na dura decisão entre comprar um pão, um leite, ou comprar um remédio.

Não se pode, num contexto de uma sociedade civilizada, conceber que deixemos milhões de seres humanos jogados à própria sorte sob a alegação de custos de tratamento ou lucros da industria internacional. Essa “cartilha”, pertence aos liberais de plantão, para os quais um estado de “mínimo a inexistente” seria o ideal para a implementação de sua visão capitalista, delirante e desumana.

A ironia  é:   muitos “senhores de engenho” atuais se esquecem de que, eventualmente, suas ações na bolsa de valores podem cair, e um dia podem vir a necessitar da assistência social do governo. Isso é um fato.

Outro fato, e este incontestável, é que 35% da população brasileira acima de 40 anos de idade conta com algum nível de hipertensão. Um quadro que por si apenas reclamaria uma política governamental específica, algo que é visto, claro, com desprezo por aqueles que são da turma do “quanto pior melhor”.

 

Por isso que hoje, o discurso da Presidente Dilma representou um grande avanço, na luta gigantesca que terá que ser levada a cabo para, realmente, conquistar a meta de quebrar tais patentes. E foi ainda uma demonstração de que nós brasileiros estamos do lado correto da história. Do lado da justiça social e de um mundo mais digno para cada ser humano deste planeta.

 

Iran P. Moreira Necho

 

 

 

 

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Cai Muamar Kadafi, o sanguinário da Líbia, e todos assistimos extasiados a vitória da revolta de um povo, cansado por mais de 4 décadas de tortura, perseguições e todo tipo de violação aos mais básicos direitos humanos.

Durantes séculos a humanidade teve de conviver com as atrocidades cometidas por pseudo-líderes assassinos, verdadeiros psicopatas, que não titubearam em martirizar seu próprio povo em nome do poder.

 

Com a Internet, o mundo se tornou mais unido e consciente. Não há mais espaço para tal anacronismo. Todos, em qualquer canto do planeta, aspiramos ao mesmo ideal: liberdade, o simples direito de determinar o nosso próprio destino.

Com a queda de Kadaffi, a Terra se torna, ainda que minimamente, um lugar mais decente para se viver.

 

E é mesmo incrível como, enquanto os Líbios se confraternizam em júbilo por sua libertação, diversos “projetos de Kadafi” aqui no Brasil, latem aos 4 ventos: “E a Síria, e a Coreio do Norte? Por qual razão a Otan não atacou lá?”. Ou ainda se queixam, dizendo: “O povo não teria conseguido se não fosse a ação dos americanos…“.

O medo de tais “projetos mal formados de tiranos”, é que para eles, a chamada “primavera árabe” é uma ameaça direta às suas depravações psicopato-políticas, seus sonhos de morte, dominação e poder.

Que se recolham ao cantinho úmido de seus quartos escuros, e chorem como crianças enquanto lambem seus posteres de Stalin e Hitler.

Sinceramente, não me interessa se tal libertação foi patrocinada por americanos, franceses, russos ou marcianos. Um ditador caiu. Um povo está finalmente livre . Isso é o que importa.

Faço votos de que este não seja o último ditador a cair nesta década.

O poder cabe ao povo, sempre. Viva a liberdade, viva a democracia. Morte aos tiranos.

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